O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul nos últimos três anos e seis meses de administração já concluiu ou está executando a pavimentação de 1.039 quilômetros de estradas estaduais.
Segundo a assessoria, a média anual é de 288,8 quilômetros, três vezes maior que a média do governo anterior - 82 quilômetros por ano - que em oito anos fez 658,64 quilômetros de asfalto.
O atual governo concluiu 10 frentes de pavimentação que estavam inacabadas.
INVESTIMENTOS
Os investimentos saltaram de R$ 658 milhões para R$ 1,1 bilhão. O governo tem assegurado 300 milhões de dólares (R$ 656 milhões com o dólar cotado a R$ 1,75) de um empréstimo já contratado junto ao BIRD. Com esse dinheiro vão ser pavimentados e recapeados 1.646 quilômetros, entre rodovias, contornos e acessos urbanos.
A BR-267 (Nova Alvorada do Sul/Bataguassu) deve receber investimentos de R$ 200 milhões, para a restauração total entre Bataguassu e Nova Alvorada do Sul. Serão feitas obras de restauração da rodovia, recuperação do acostamento e da construção de 20 quilômetros de terceira faixa.
O empenho do governador foi reconhecido pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio de Oliveira, ao participar da inauguração dos 12 quilômetros do contorno viário de Corumbá, projeto que contou com investimentos de mais de R$ 16 milhões.
André ainda era deputado federal entre os anos de 95 e 96, quando a obra foi iniciada e foram feitos pouco mais de mil metros de terraplenagem e um pouco de imprimação (preparação para a capa asfáltica), sofrendo sucessivas paralisações e sua conclusão foi em junho passado.
Naquela ocasião o ministro lembrou que o contorno viário integra a BR-262, uma rodovia que está passando por investimento para sua restauração, tendo importância estratégia não só para o Estado, mas para o país, porque é rota natural do caminho da integração entre Brasil, Bolívia e Chile que é parte da rodovia Bioceânica, de integração continental.
Ele destacou também a importância da união das forças políticas para conclusão da obra. “Nada mais gratificante que inaugurar ou dar ordem de serviço de obras, desejadas e esperadas por 10, 20 anos ou mais. Este contorno levou anos para que pudéssemos entregá-lo e é resultado de convergência de esforços, de empenho, de interesse. As boas obras criam em torno de si a capacidade de convergência e fazem com que o empenho, o esforço e o interesse potencializem e se materializem em benefício para a população. O contorno de Corumbá é um bom exemplo, da expectativa, do sonho daqueles que desejaram isso”, disse.


