Dourada, com 3,85 kg e 34,3 cm, no formato de um cavaleiro apoiado numa espada e dada uma vez ao ano, apenas para os melhores, a estátua do Oscar nem sempre foi assim. No início, as estatuetas eram feitas de bronze e durante a Segunda Guerra Mundial, foram feitas de gesso, por causa da escassez do metal.
O maior prêmio da história do cinema é mais que luxo e glamour, é o pente fino numa briga entre gigantes da indústria cinematográfica.
Até o ano de 1940, os jornais recebiam a lista de premiados antecipadamente e assumiam o compromisso de só divulgá-la no final da noite, mas o acordo foi quebrado quando o Los Angeles Times não cumpriu o trato. E desde então, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood decidiu manter segredo até a abertura dos envelopes lacrados.
Tal mudança na divulgação dos ganhadores fez com que os veículos de comunicação começassem a usar suposições dos possíveis premiados da noite, gerando ansiedade e êxtase até o último minuto da contagem regressiva que revela os melhores do ano.
Quando chega a hora de ver o Oscar, milhões de pessoas ligam as TVs suprindo as necessidades da editoria para acompanhar de perto seus artistas e filmes prediletos. Só que por trás de toda essa megaprodução, existe a Academia. Mas, afinal, o que é essa Academia, que todo mundo ao receber a estatueta diz: “Eu gostaria de agradecer à Academia”?
R7
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